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Economia

Presidente promete reduzir dívida e cita reservas em dólar como proteção

Em entrevista à BandNews, Lula reconheceu a preocupação com o endividamento e disse que não detalhou como pretende conter o indicador.

Presidente promete reduzir dívida e cita reservas em dólar como proteção
Foto: Bruno Santos/Folhapress

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende reduzir a dívida pública, mas não apresentou detalhes sobre como fará isso. O indicador já chegou a 80% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo declaração dada em entrevista à BandNews exibida neste domingo (27).

Lula disse que as reservas em dólar do país impedem que o avanço da dívida provoque pânico. Ao tratar do endividamento, reconheceu que a situação preocupa e declarou: “não é bom dever mais do que eu recebe”.

A estratégia mencionada pelo presidente depende, inicialmente, da definição dos gastos considerados necessários. Lula afirmou que o governo continuará ajudando as pessoas mais pobres, elevando o salário mínimo acima da inflação e fazendo os reajustes que considerar necessários.

As projeções do governo indicam que a dívida pública pode se aproximar de 90% do PIB em 2029. O indicador também pode superar esse nível caso o resultado das contas fique no piso inferior da meta fiscal nos próximos anos.

Pelas novas previsões, a dívida bruta deve encerrar o atual mandato de Lula com alta de 12 pontos percentuais, chegando a 83,7% do PIB.

O crescimento dos gastos federais tem sido criticado pelo mercado financeiro e pela oposição, que apontam o risco de continuidade da expansão da dívida. Os ministros Dario Durigan, da Fazenda, e Bruno Moretti, do Planejamento e Orçamento, afirmaram que o governo pretende buscar um superávit efetivo nas contas a partir do próximo ano.

Também há posições diferentes dentro do governo e do PT. Em conversas com empresários, Lula afirma que manterá a responsabilidade fiscal se for reeleito. Uma ala do partido, porém, defende a ampliação dos investimentos.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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