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Economia

Petrobras amplia investigação de petróleo no poço Morpho, no Amapá

Nova ocorrência foi identificada em uma parte mais profunda do poço, que segue em perfuração na Bacia da Foz do Amazonas.

Petrobras amplia investigação de petróleo no poço Morpho, no Amapá
Foto: Petrobras/Divulgação

A Petrobras informou que análises do petróleo encontrado há dois meses confirmaram a boa qualidade do produto. A companhia ainda não divulgou as características do óleo e comunicou uma nova ocorrência no poço Morpho, em uma região mais profunda da mesma estrutura, na Margem Equatorial brasileira, no Amapá.

A estatal mantém a perfuração de Morpho, considerado o primeiro poço em águas profundas na Bacia da Foz do Amazonas. O trabalho começou há quase um ano e ocorre em uma lâmina d’água de 2.886 metros, distância entre a superfície e o fundo do mar. A profundidade e as fortes correntes da região são desafios para a atividade.

A Petrobras afirmou que a nova descoberta ajudará a aprofundar o conhecimento sobre a área. “A nova descoberta amplia o conhecimento sobre o potencial exploratório da área”, disse a companhia em nota, acrescentando que os dados serão usados na avaliação dos sistemas petrolíferos e do potencial de recursos da Bacia Sedimentar da Foz do Amazonas.

Morpho fica a cerca de 150 quilômetros da costa do Amapá. A nova ocorrência já era esperada por especialistas porque a primeira descoberta foi anunciada antes de a empresa alcançar o objetivo final do poço.

Atividade exploratória

O poço é acompanhado pela indústria do petróleo, que aposta na possibilidade de uma nova fronteira exploratória semelhante à que levou a Guiana a se tornar produtora nos últimos anos.

No fim de outubro, as americanas Exxon e Chevron começaram atividades exploratórias na região, com pesquisa sísmica contratada junto à SLB e à Shearwater. A Exxon opera cinco concessões na Foz do Amazonas, enquanto a Chevron opera nove.

A Petrobras disse que concluirá a perfuração e avaliará as formações com segurança e respeito ambiental. Também afirmou que a atuação no bloco FZA-M-59 integra sua estratégia de longo prazo para recompor reservas de petróleo e gás por meio da exploração de novas fronteiras e contribuir para o atendimento à demanda energética do país.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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