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Economia

Trump compartilha pedido por redução de custos agrícolas nos EUA

Publicação de Chuck Grassley cita dado de que sementes de milho custam 68% mais aos americanos do que aos brasileiros.

Trump compartilha pedido por redução de custos agrícolas nos EUA
Foto: Reprodução

Donald Trump compartilhou, na noite de quinta-feira (3), uma publicação do senador republicano Chuck Grassley com um pedido por medidas para reduzir os preços de fertilizantes, sementes e outros insumos agrícolas nos Estados Unidos.

Grassley, que cultiva milho e soja em New Hartford, no nordeste de Iowa, citou um dado da National Corn Growers Association. A entidade afirma que produtores americanos pagam 68% a mais pelas sementes de milho do que os brasileiros.

A publicação também afirma que empresas americanas de sementes, fertilizantes e produtos químicos vendem seus produtos no Brasil com grandes descontos. Grassley pediu que Trump pressione essas companhias e afirmou: "não será necessário destinar US$ 11 bilhões aos agricultores como ajuda temporária".

O Brasil é o principal concorrente dos Estados Unidos no mercado global de milho, principalmente nas vendas para a China. Os americanos lideram as exportações mundiais, seguidos pelos brasileiros, segundo o Departamento de Agricultura americano.

Pressão dos produtores

Agricultores do Cinturão do Milho, região que inclui Iowa, pressionam Trump por medidas para reduzir os custos de produção. Eles dizem que o setor atravessa a pior crise em décadas.

As despesas com diesel, fertilizantes, sementes e máquinas aumentaram, enquanto os preços do milho e da soja permanecem baixos. A guerra no Irã e problemas logísticos agravaram o cenário, e os tarifaços de Trump reduziram as vendas para outros países.

Pecuaristas americanos também cobram medidas do governo. O rebanho bovino dos Estados Unidos está no menor nível em 75 anos, após períodos de secas extremas e aumento dos custos de produção.

Nesta semana, Trump anunciou crédito para pequenos frigoríficos, ampliação das áreas disponíveis para pastagem e ações para aumentar a presença da carne produzida nos Estados Unidos nas compras governamentais.

O anúncio ocorreu depois que o presidente estabeleceu cotas de importação de carne magra para tentar reduzir os preços no país. A medida desagradou aos pecuaristas, entrou em vigor em 1º de setembro e vale por 90 dias.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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