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Internacional

Formatura, acidente fatal e suspensão de despejos estão entre os destaques da semana

Carolina Arruda concluiu Medicina Veterinária após enfrentar a neuralgia do trigêmeo; acidente matou motorista e decisão protegeu famílias em Arcos.

Formatura, acidente fatal e suspensão de despejos estão entre os destaques da semana
Foto: PRF/Divulgação

Carolina Arruda completou 30 anos na segunda-feira (29) e recebeu o diploma de Medicina Veterinária pelo Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), em Bambuí. A formatura ocorreu após 13 anos de convivência com a neuralgia do trigêmeo, condição associada a uma das dores mais intensas descritas pela medicina.

Durante esse período, Carolina passou por 11 cirurgias, diversas internações e precisou interromper a graduação algumas vezes. Para ela, a conclusão do curso representa a realização de um sonho de infância. “Eu ganhei presente em dobro. Meus 30 anos de vida e o meu diploma tão sonhado e tão lutado”, disse.

Acidente em Córrego Danta

Uma colisão envolvendo um carro, um guincho e um caminhão que transportava bovinos deixou um motorista de 52 anos morto e outras duas pessoas feridas no sábado (26), em Córrego Danta.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o condutor do guincho morreu no local. O motorista do caminhão recebeu atendimento na área do acidente e foi levado a uma unidade de saúde em Campos Altos com dores pelo corpo. O motorista do carro também foi atendido no local e encaminhado para um hospital.

A pista ficou interditada nos dois sentidos durante a perícia e a retirada dos veículos.

Decisão sobre moradores em Arcos

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu, em caráter liminar, ações de desocupação que atingiam mais de 90 famílias instaladas há mais de 15 anos às margens da ferrovia em Arcos. A medida foi concedida a pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

Os processos de reintegração de posse foram apresentados pela Ferrovia Centro-Atlântica, concessionária responsável pela linha férrea. A empresa informou que tomou conhecimento da decisão e que se manifestará nos autos.

De acordo com o MPMG, a empresa buscava retirar os moradores das faixas de domínio e não edificável da ferrovia sem apresentar alternativas habitacionais, plano de reassentamento ou indenização prévia às famílias.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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