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Internacional

França leva ataque em escola de Aubagne à procuradoria antiterrorismo

Estudante de 14 anos é suspeito de integrar grupo on-line que glorifica autores de massacres e incentiva violência extrema.

França leva ataque em escola de Aubagne à procuradoria antiterrorismo
Foto: Reuters

A Procuradoria Nacional Antiterrorismo da França assumiu a investigação sobre o ataque a tiros ocorrido na segunda-feira (12) em uma escola de Aubagne, cidade próxima a Marselha, no sul do país. O anúncio foi feito nesta terça-feira (13).

O suspeito é um estudante de 14 anos. A apuração inicial indicou que ele aparentemente fazia parte da True Crime Community (TCC), descrita pela procuradoria como um conjunto de comunidades on-line que glorifica autores de massacres e incentiva o uso de violência extrema.

O ataque ocorreu na escola Lakanal. O diretor e uma professora foram atingidos por disparos de uma espingarda de caça, que estava escondida em um estojo de guitarra. Os dois foram internados após receberem atendimento médico no local e não correm risco de morrer, informou o gabinete do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu.

Relato de estudante

Uma aluna contou que os estudantes deixaram as salas depois de ouvirem os disparos. Segundo ela, o primeiro barulho foi confundido com fogos de artifício, mas os alunos perceberam que se tratava de tiros ao verem o estudante com a arma.

“Eu e meu amigo olhamos para trás e ele [aluno autor do ataque] estava lá carregando uma arma”, afirmou a estudante, que não teve a identidade revelada.

De acordo com o relato, havia sangue nos dois primeiros andares da escola. A estudante também disse que sua professora de matemática havia atribuído o primeiro disparo a obras nas proximidades. Após o segundo tiro, um alarme foi acionado.

A procuradoria afirmou que a TCC funciona como um ecossistema de comunidades on-line e que determinadas formas de atuação do grupo estimulam a violência extrema.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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