WASHINGTON, D.C. — O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país continua combatendo terroristas durante a cerimônia no Pentágono que marcou 25 anos dos ataques de 11 de Setembro. Ao lado de Donald Trump, ele elogiou as equipes de emergência e a população que atuaram durante o atentado, classificando-os como “heróis que encararam a morte de frente”.
Hegseth disse que os Estados Unidos permanecem fortes e que a luta contra o terrorismo ainda não terminou. Ele também afirmou que o 11 de Setembro foi um dos dias mais sombrios da história do país, mas que o mal não prevaleceu.
Trump relembrou as 2.977 pessoas mortas nos ataques e mencionou outras mortes registradas nos anos seguintes, associadas a problemas respiratórios provocados pela fumaça tóxica liberada após a queda dos edifícios. O presidente vinculou essa memória à política de “guerra ao terror”, implementada pelo governo norte-americano depois do atentado.
Em seu discurso, Trump disse que os Estados Unidos não esquecerão o episódio e afirmou que a resposta do país continua baseada na busca pela vitória. “Não temos escolha, só pode haver vitória”, declarou.
Os ataques
Dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaeda atingiram as Torres Gêmeas, em Nova York, em 11 de Setembro de 2001. O primeiro avião bateu na Torre Norte do World Trade Center às 8h46, no horário local. O segundo atingiu a Torre Sul às 9h03.
Um terceiro avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Um quarto caiu em uma área rural próxima a Shanksville, na Pensilvânia, depois que passageiros reagiram ao sequestro e enfrentaram os criminosos.
Os prédios, que eram os mais altos de Nova York à época, desabaram. Segundo o governo dos Estados Unidos, mais pessoas morreram nos anos seguintes em decorrência dos problemas respiratórios causados pela fumaça do que no próprio dia do atentado.


