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Internacional

Trump associa memória do 11 de Setembro à continuidade da luta contra o terrorismo

Em cerimônia no Pentágono, o presidente dos EUA lembrou as vítimas dos ataques e defendeu a continuidade do combate ao terrorismo.

Trump associa memória do 11 de Setembro à continuidade da luta contra o terrorismo
Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz

WASHINGTON, D.C. — O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que o país continua combatendo terroristas durante a cerimônia no Pentágono que marcou 25 anos dos ataques de 11 de Setembro. Ao lado de Donald Trump, ele elogiou as equipes de emergência e a população que atuaram durante o atentado, classificando-os como “heróis que encararam a morte de frente”.

Hegseth disse que os Estados Unidos permanecem fortes e que a luta contra o terrorismo ainda não terminou. Ele também afirmou que o 11 de Setembro foi um dos dias mais sombrios da história do país, mas que o mal não prevaleceu.

Trump relembrou as 2.977 pessoas mortas nos ataques e mencionou outras mortes registradas nos anos seguintes, associadas a problemas respiratórios provocados pela fumaça tóxica liberada após a queda dos edifícios. O presidente vinculou essa memória à política de “guerra ao terror”, implementada pelo governo norte-americano depois do atentado.

Em seu discurso, Trump disse que os Estados Unidos não esquecerão o episódio e afirmou que a resposta do país continua baseada na busca pela vitória. “Não temos escolha, só pode haver vitória”, declarou.

Os ataques

Dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaeda atingiram as Torres Gêmeas, em Nova York, em 11 de Setembro de 2001. O primeiro avião bateu na Torre Norte do World Trade Center às 8h46, no horário local. O segundo atingiu a Torre Sul às 9h03.

Um terceiro avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington, D.C. Um quarto caiu em uma área rural próxima a Shanksville, na Pensilvânia, depois que passageiros reagiram ao sequestro e enfrentaram os criminosos.

Os prédios, que eram os mais altos de Nova York à época, desabaram. Segundo o governo dos Estados Unidos, mais pessoas morreram nos anos seguintes em decorrência dos problemas respiratórios causados pela fumaça do que no próprio dia do atentado.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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