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Internacional

Trump vincula memória do 11 de Setembro à guerra contra o Irã

Em cerimônia no Pentágono, presidente afirmou que os Estados Unidos não permitirão que o Irã obtenha uma arma nuclear.

Trump vincula memória do 11 de Setembro à guerra contra o Irã
Foto: Chip Somodevilla/Getty Images via AFP

Donald Trump associou a lembrança dos atentados de 11 de Setembro à guerra contra o Irã durante a cerimônia pelos 25 anos dos ataques, realizada no memorial do Pentágono, nos arredores de Washington. Enquanto o vice-presidente J.D. Vance participou do ato em Nova York, Trump discursou no local que homenageia as vítimas do ataque ao prédio.

Os nomes das 184 pessoas mortas no Pentágono foram lidos no início da solenidade. Depois, autoridades destacaram a reação dos Estados Unidos aos atentados e os militares que participaram da chamada Guerra ao Terror.

Trump afirmou que a resposta americana à tragédia mostrou a união do país e disse que os militares que atuaram nas décadas seguintes mantiveram os Estados Unidos protegidos ao enfrentar um inimigo oculto em diferentes regiões. Ao tratar dos conflitos atuais, declarou: “a República Islâmica do Irã nunca, jamais, terá uma arma nuclear”.

Impedir que Teerã consiga uma bomba atômica é uma das justificativas apresentadas pelo governo americano para a guerra iniciada neste ano. O Irã sustenta que seu programa nuclear tem objetivos pacíficos.

Discurso do secretário da Guerra

O secretário da Guerra, Pete Hegseth, estabeleceu uma relação direta entre os atentados de 2001, as guerras posteriores e a ofensiva contra o Irã. Segundo ele, ainda há inimigos dos Estados Unidos, entre terroristas islâmicos no exterior e dentro do país. Hegseth defendeu uma postura de vigilância permanente e afirmou que a luta continua.

Hegseth apresentou os conflitos iniciados após o 11 de Setembro como uma resposta aos ataques. Também afirmou que milhões de americanos se ofereceram para servir às Forças Armadas depois da tragédia.

Ao falar da guerra contra o Irã, o secretário disse que os Estados Unidos devastaram, nos últimos seis meses, o principal Estado patrocinador do terrorismo no mundo. Ele acusou o regime iraniano de desejar a morte de americanos há quase meio século e de ter apoiado ataques contra cidadãos dos Estados Unidos durante décadas.

Hegseth declarou ainda que a ofensiva matou líderes iranianos, destruiu a Força Aérea do país e deixou sua Marinha no fundo do mar. “Vamos terminar esta luta”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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