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Defesa Civil paulista avalia antecipar operação contra efeitos das chuvas

Temporais recentes elevaram o volume de água no estado, com impactos no Vale do Ribeira e cheia do rio Ribeira de Iguape.

Defesa Civil paulista avalia antecipar operação contra efeitos das chuvas

A Defesa Civil de São Paulo avalia antecipar o início da Operação Chuvas, criada para monitorar as condições meteorológicas e reduzir os impactos de alagamentos e deslizamentos. A análise ocorre após temporais que atingiram o estado nos últimos dias, com acumulados acima do esperado para o período entre sexta (11) e esta segunda (14).

A operação integra o programa SP Sempre Alerta e tem início oficial em 1º de dezembro, com duração até o fim do verão, em meados de março. A antecipação ainda depende da avaliação de meteorologistas, e não há data definida para o eventual começo.

“Tudo indica que temos um adiantamento. Chuvas que deveriam começar em novembro ou dezembro estão vindo agora”, afirmou o capitão da PM de São Paulo Maxwel Souza, diretor de Comunicação da Defesa Civil.

Situação no Vale do Ribeira

A Defesa Civil informou que dez das 22 cidades do Vale do Ribeira estão entre as áreas com maior volume de chuva acumulado nas últimas 72 horas. Iguape registrou 158 mm, seguida por Itaóca, com 145 mm; Apiaí, com 122 mm; Barra do Chapéu, com 107 mm; e Registro, com 106 mm.

O rio Ribeira de Iguape subiu cerca de nove metros desde o início das chuvas. Em Eldorado, imagens divulgadas pela Defesa Civil mostraram a cidade alagada nesta segunda-feira. Moradores deixaram casas e comércios por temor de enchentes.

Noel Castelo da Costa (Solidariedade), prefeito de Eldorado, pediu que a população procurasse áreas elevadas. Ele informou que uma equipe do governo do estado levaria mantimentos e tendas para a montagem de um abrigo.

Segundo Maxwel, a previsão é de redução das chuvas e da vazão do rio. “A chuva está diminuindo e a vazão do rio, também”, disse. A expectativa apresentada por ele é de que a chuva pare amanhã e retorne apenas no sábado, com posterior normalização do cenário.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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