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Policial civil é preso em investigação sobre apreensão forjada em Belo Horizonte

Rodrigo Otávio é o terceiro agente detido no caso que envolve suspeita de colocar drogas em uma residência durante abordagem.

Policial civil é preso em investigação sobre apreensão forjada em Belo Horizonte
Foto: Reprodução/TV Globo

O policial civil Rodrigo Otávio foi preso na tarde deste sábado (19) por suspeita de participar da falsificação de uma apreensão de drogas durante uma abordagem em Belo Horizonte. A prisão foi confirmada pela Polícia Civil de Minas Gerais, que informou o cumprimento de um mandado cautelar expedido pela Justiça.

Otávio era procurado desde a última segunda-feira (14), quando o policial Rafael Egg foi preso por envolvimento na mesma ocorrência. A policial Ana Luiza Guimarães Carvalho, que também participou da ação, se entregou e foi detida na sexta-feira.

Rodrigo Otávio foi até a Casa de Custódia, no Horto, no fim da tarde, e se entregou. A Polícia Civil afirmou que a investigação é conduzida pela Corregedoria Geral de Polícia Civil e tramita em sigilo. “A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que cumpre, na tarde de hoje (19), mandado de prisão cautelar em desfavor de um dos suspeitos”, informou a corporação.

Investigação sobre a abordagem

A suspeita envolve uma operação do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico, realizada em 7 de agosto. Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, pai e filho foram presos sob suspeita de tráfico de drogas. Os policiais disseram ter encontrado uma arma de fogo e uma barra de maconha no imóvel.

Um dos presos foi Matheus Bruno Andrade Fernandes, filho de uma policial civil. Imagens feitas pelos próprios agentes durante a operação levantaram dúvidas sobre a forma como a droga foi localizada.

A Corregedoria abriu investigação para apurar se o entorpecente foi colocado na residência com o objetivo de forjar o flagrante. Nesta quinta-feira (17), a Justiça revogou as prisões preventivas dos dois investigados que estavam no imóvel.

Na decisão, a juíza apontou dúvidas sobre a regularidade da apreensão e avaliou que a manutenção da prisão não era necessária naquele momento da investigação.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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