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Presidente do Água Santa se entrega após ser alvo de operação contra o PCC

Paulo Korek, investigado por suposta ligação com o PCC, estava foragido desde quinta-feira (17).

Presidente do Água Santa se entrega após ser alvo de operação contra o PCC
Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Paulo Korek, conhecido como Paulo Camarão e presidente do Esporte Clube Água Santa, se apresentou à polícia na noite deste sábado (19), em uma delegacia de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Ele era considerado foragido desde quinta-feira (17).

Korek foi alvo de um mandado de prisão na Operação Vectura Corrupta, realizada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. A investigação apura uma possível infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no sistema de transporte coletivo da capital paulista.

De acordo com a investigação, Korek atua como empresário do setor de transportes e é gestor das empresas Translíder e A2 Transportes. Ele também é apontado como suposto “testa de ferro” da organização criminosa.

O cadastro da Federação Paulista de Futebol registra Paulo Sirqueira Korek Farias como presidente do Água Santa. O clube fica em Diadema, na Grande São Paulo. Fundado em 1981, tornou-se profissional em 2011.

Trajetória do Água Santa

Durante a gestão de Paulo Camarão, o clube alcançou a decisão do Campeonato Paulista da Primeira Divisão em 2023. A equipe de Diadema venceu o Palmeiras por 2 a 1 no primeiro jogo, mas perdeu por 4 a 0 na partida de volta e terminou como vice-campeã.

Antes da final, o Água Santa eliminou São Paulo e Red Bull Bragantino. O clube havia chegado pela primeira vez à elite do Campeonato Paulista em 2015. Atualmente, disputa a Série A2, a Segunda Divisão estadual, após o rebaixamento em 2025.

Investigação sobre o transporte

Segundo o Ministério Público, a operação identificou pelo menos 12 empresas de transporte de passageiros que seriam controladas direta ou indiretamente pelo PCC. A ação também tem entre seus alvos o ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo Milton Leite, cuja prisão temporária foi autorizada pela Justiça.

Ao todo, são 16 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão. A apuração trata de suspeitas sobre a atuação do crime organizado no transporte coletivo e sobre a possível participação de pessoas ligadas aos setores empresarial e político.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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