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Treinamento no Lago de Palmas simula salvamentos sem visibilidade

Bombeiros do Tocantins treinam em estruturas submersas a nove metros de profundidade e praticam procedimentos para ambientes confinados.

Treinamento no Lago de Palmas simula salvamentos sem visibilidade
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O uso do tato para localizar estruturas é uma das principais habilidades exercitadas por mergulhadores do Corpo de Bombeiros do Tocantins durante treinamentos no Lago de Palmas. Embaixo d’água, os militares atuam sem visibilidade e simulam procedimentos de salvamento em um cenário formado por veículos e tubulações.

A atividade ocorre a nove metros de profundidade. No fundo do lago, um micro-ônibus, uma carcaça de ambulância e tubulações são usados para reproduzir situações de emergência em ambientes confinados. Durante os exercícios, as equipes também precisam administrar o oxigênio disponível.

O tenente-coronel Rafael Menezes afirmou que o mergulhador pode enfrentar situações nas quais não consegue enxergar. “Ele vai usar o tato como principal sentido ali”, disse. Segundo ele, a prática constante em diferentes cenários permite executar os procedimentos necessários.

A coronel Andreya de Fátima, comandante operacional do Corpo de Bombeiros, explicou que as estruturas submersas são organizadas com marcações de bases e níveis. Dessa forma, a chegada do mergulhador a determinada estrutura indica também um nível e uma profundidade.

O sargento Charles Pereira relacionou a preparação à atuação em acidentes reais e resumiu o método adotado pela equipe: “Repetição, repetição, repetição, até chegar à perfeição”. A repórter Núbia Istela acompanhou um dia de treinamento dos militares.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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