SÃO PAULO — A segunda fase da Operação Lívia cumpre mandados de internação e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em São Paulo, na Bahia, no Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. A investigação apura uma rede que, segundo a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, usa plataformas digitais para praticar crueldade contra animais e coagir crianças e adolescentes.
A operação recebeu o nome da menina que, segundo a polícia, tirou a própria vida em julho, depois de ser induzida por participantes de um grupo em uma rede social.
Investigação
A primeira fase ocorreu no início de agosto. Na ocasião, um adulto foi preso e cinco adolescentes foram apreendidos. Entre eles estava um adolescente de 14 anos apontado como líder do grupo.
A apuração é conduzida pela Polícia Civil do Mato Grosso do Sul com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), ligado ao Ministério da Justiça. Os alvos desta fase são suspeitos de integrar a rede investigada.


