São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Dólar R$ 5,18 · Euro R$ 5,88 · Ibovespa 186.340 +0,00%
Notícia com critério
Política

Trump evita declarar apoio e diz acompanhar eleição brasileira de perto

Presidente dos EUA classificou o pleito como importante, enquanto senadores cobram garantias de respeito ao resultado no Brasil.

Trump evita declarar apoio e diz acompanhar eleição brasileira de perto
Foto: Evan Vucci/Reuters

Donald Trump não declarou apoio a nenhum candidato brasileiro, mas afirmou nesta quinta-feira (1º) que acompanha de perto as eleições no país. O presidente dos Estados Unidos fez a declaração a repórteres na Casa Branca e classificou o pleito como importante.

Ao comentar o Brasil, Trump também elogiou o país e sua população. “O Brasil é um país muito importante. É um ótimo país”, afirmou. Em seguida, disse que se trata de uma eleição importante.

A ausência de apoio explícito contrasta com a atuação de Trump em eleições recentes na América Latina. Na Colômbia, o presidente norte-americano manifestou apoio a um candidato específico.

Cartas ao governo dos EUA

Na semana passada, congressistas norte-americanos acusaram o governo Trump de tentar interferir nas eleições brasileiras em uma carta encaminhada ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Esta semana, senadores enviaram outro documento a Rubio para cobrar garantias de que Washington aceitará o resultado do pleito.

Os senadores afirmaram ter “preocupação com ações do governo (dos EUA) que ameaçam nossa aliança estratégica com o Brasil”. No documento, também apontaram uma suposta tentativa de interferência e escreveram que autoridades dos EUA estariam envolvidas em uma campanha de interferência e desestabilização no Brasil ao longo do segundo mandato do presidente Trump.

Entre os indícios apresentados estão a nomeação de Darren Beattie, crítico do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, como assessor sênior para assuntos relacionados ao Brasil no Departamento de Estado dos EUA. A carta também menciona novas tarifas extras aplicadas após uma investigação que, segundo relatos, teria sido iniciada por determinação de Trump.

Em agosto, o Departamento do Estado dos EUA afirmou que respeitará qualquer governo eleito em outubro no Brasil e negou ter um plano para impedir uma reeleição do presidente Lula.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.