Leitores comentaram textos publicados em 6/9 e 7/9 sobre patrimônio de familiares de políticos, decisões do Supremo Tribunal Federal, segurança pública, partidos e manifestações de 7 de Setembro.
Sobre o condomínio atribuído a Lulinha na Espanha, Graça Almeida, de Belo Horizonte, questionou se é comum que filhos de presidentes e ex-presidentes tenham um padrão de vida elevado. Jorge Luiz dos Santos, de Ipatinga, mencionou referências a fazendas, à Friboi e a uma Ferrari de ouro para perguntar sobre a riqueza de Lulinha.
Luzonando Augusto, do Recife, citou uma mansão avaliada em R$ 6 milhões e mais de 59 imóveis que, segundo ele, teriam sido comprados em dinheiro pela família de Flávio Bolsonaro. Camila Fritzen Cidon, de Novo Hamburgo, comparou a atenção dada ao filho de Luiz Inácio Lula da Silva com a ausência de cobertura, na avaliação dela, sobre a mansão de Flávio Bolsonaro em Brasília e os imóveis de seus familiares.
Críticas ao STF e à segurança pública
Carlos Cardillo, de São Paulo, defendeu a saída de ministros do STF, mas afirmou que não se devem rever decisões judiciais já tomadas, especialmente a condenação de pessoas que, segundo ele, atentaram contra a democracia. Ana Maria Fontana Bernardi, de Socorro, questionou a atuação de André Mendonça e pediu seu afastamento de um caso relacionado ao Master.
Debie dos Santos Bastos, de São Paulo, afirmou que pessoas envolvidas com Vorcaro deveriam ser afastadas e investigadas. Ela também citou Ciro Nogueira e Jaques Wagner e acusou André Mendonça de proteger Flávio Bolsonaro de investigações. As afirmações foram apresentadas na carta como posicionamentos da leitora.
Ao comentar o modelo de segurança associado a Nayib Bukele, Paulo Roberto Hasse disse que o crime organizado prospera no Brasil e alcança setores de maior poder. Regina Helena Bolze Cambero classificou o governo de Bukele como uma ditadura e criticou candidatos que o defendem.
Outras cartas trataram de comportamento social, identidade cultural e classificação ideológica de partidos. André Elias do Prado e Paula Brüger criticaram a trajetória atribuída ao PSDB. Victor Lagrotta relacionou moralidade ao respeito aos demais cidadãos.
Sobre o ato de 7 de Setembro na avenida Paulista, Ricardo Lobo criticou a presença de bandeiras dos Estados Unidos e de Israel, enquanto Tito Bernardi avaliou que houve participação popular intensa.
Por fim, um leitor contestou a informação publicada na PRIMEIRA PÁGINA (7.SET) e em MUNDO (7.SET, A19) sobre a extrema direita alemã. Segundo ele, o partido já havia conquistado a maior bancada em uma eleição regional na Turíngia, em 2024.



