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Economia

Abrint contesta no STF análise sindical de documentos para certificação de provedores

Associação questiona regras da Anatel que preveem comprovação periódica e atesto de regularidade para empresas de telecomunicações.

Abrint contesta no STF análise sindical de documentos para certificação de provedores

A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) questiona no Supremo Tribunal Federal a autorização para que uma entidade sindical analise documentos de empresas e emita o chamado atesto de regularidade. A ação direta de inconstitucionalidade foi distribuída ao ministro André Mendonça.

A autorização alcança a Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra). De acordo com a Abrint, os valores cobrados pelo procedimento variam conforme o porte da empresa.

A associação também contesta dispositivos do Regulamento Geral dos Serviços de Telecomunicações (RGST) e outras normas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) relacionadas à certificação. As regras passaram a exigir que as empresas comprovem periodicamente o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e de saúde e segurança dos trabalhadores.

Para a Abrint, a exigência não poderia ter sido criada por atos administrativos. A entidade também sustenta que a Anatel atribuiu a uma organização sindical privada funções de fiscalização.

A ação foi ajuizada no STF contra as regras da agência para a certificação de empresas do setor.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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