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Economia

Acordo judicial prevê conselhos independentes para CNN e CBS na fusão da Paramount

Entendimento com estados dos EUA inclui multa por filme e reduz obstáculos à aquisição da Warner Bros. Discovery.

Acordo judicial prevê conselhos independentes para CNN e CBS na fusão da Paramount
Foto: Arte/g1

A fusão entre a Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery terá conselhos editoriais independentes para a CNN e a CBS, conforme os termos do acordo firmado com a Califórnia e outros 11 estados dos Estados Unidos. A estrutura foi prevista para preservar a independência das operações jornalísticas das duas empresas depois da conclusão do negócio.

O entendimento também estabelece que a Paramount poderá ser multada em US$ 30 milhões por filme se não cumprir o compromisso de lançar 30 filmes por ano. A medida encerra uma ação apresentada por uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais que buscava impedir a aquisição, avaliada em US$ 110 bilhões.

A operação reunirá estúdios de Hollywood, serviços de streaming e operações de notícias sob um mesmo grupo. Antes do acordo, os estados afirmavam que a fusão reduziria a concorrência e ampliaria o poder da empresa resultante para aumentar preços nos mercados de cinema e televisão.

Obstáculo judicial

Os órgãos reguladores do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já haviam aprovado a fusão. Em julho, a coalizão liderada pelo procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, entrou com a ação para bloquear a operação.

O acordo permite à Paramount retirar um dos principais obstáculos judiciais ao negócio. Também ajuda a empresa a evitar uma multa diária de US$ 7 milhões devida aos acionistas da Warner Bros. Discovery por cada dia de atraso na conclusão da operação depois de 30 de setembro.

Antes do entendimento, foram discutidas outras concessões, como um investimento de US$ 1,5 bilhão em produção na Califórnia e o compromisso de não vender os estúdios. O monitoramento independente do conteúdo da CNN e a quantidade de filmes lançados nos cinemas também estiveram entre os termos debatidos.

Além dos Estados Unidos, autoridades de defesa da concorrência da União Europeia e do Reino Unido já aprovaram a aquisição.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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