São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
Economia

Ministros brasileiros devem tratar de tarifas com chefe do comércio dos EUA no G20

Márcio Elias Rosa diz que equipes técnicas seguem trocando documentos antes de possível encontro em Milwaukee.

Ministros brasileiros devem tratar de tarifas com chefe do comércio dos EUA no G20
Foto: Reuters

O governo brasileiro mantém a troca de documentos com os Estados Unidos antes de uma possível reunião sobre as tarifas aplicadas a produtos do país. O ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta segunda-feira (14) que as equipes técnicas dos dois governos continuam trabalhando na preparação do encontro.

A conversa com Jamieson Greer, chefe do Escritório de Comércio dos Estados Unidos, é esperada durante a reunião dos ministros de Finanças do G20, marcada para 30 de setembro a 1º de outubro, em Milwaukee, no estado americano do Wisconsin. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também deve participar.

Elias Rosa disse que o encontro já foi combinado com o governo americano, mas não detalhou os temas que devem ser discutidos nem informou se existe um esboço de acordo. “Agora nós estamos só trocando documentos e encaminhando essa próxima reunião”, afirmou.

A última rodada de negociações entre os dois países sobre as tarifas ocorreu em 31 de agosto. Na ocasião, representantes do governo brasileiro disseram que consideravam injusto e discriminatório o tratamento dado ao Brasil pela Casa Branca.

Em nota divulgada pelo governo Lula (PT), Márcio Elias Rosa e Mauro Vieira afirmaram que o Brasil não concorda com medidas unilaterais impostas contra o país e que elas não são compatíveis com as regras multilaterais de comércio.

Atualmente, os Estados Unidos aplicam uma tarifa de 25% por supostas práticas comerciais desleais e outra de 12,5% por supostas falhas brasileiras no combate à importação de produtos fabricados com trabalho forçado. A segunda cobrança substituiu a tarifa global de 10%, vigente até julho.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.