SÃO PAULO — Leitores divergiram sobre o papel de Lula, o desempenho do PT e os rumos da democracia brasileira. Pedro Portugal, de Belo Horizonte (MG), criticou a atuação do presidente e afirmou que o partido deveria reconhecer que o poder pertence ao povo. A avaliação foi feita em referência ao editorial de 10/10, intitulado “Lula flerta com o fracasso porque nada aprendeu de 2022”.
Marcos Fortunato de Barros, de Americana (SP), escreveu que as campanhas dos candidatos à Presidência apresentavam muitos ataques aos adversários. Para ele, o eleitor acabaria tendo de escolher entre alternativas ruins, já que o voto nulo não resolveria a situação.
Sobre o ato com Lula na avenida Paulista, Jane Medeiros, do Rio de Janeiro (RJ), destacou a participação de jovens universitários e disse que as imagens do evento causaram forte impressão. Felipe Brandini Ferreira, de Foz do Iguaçu (PR), afirmou que os trabalhadores não estavam representados e questionou a atuação dos sindicatos.
Críticas ao TSE e a Flávio Bolsonaro
Comentários também trataram de decisões de Kassio relacionadas a Lula e Flávio Bolsonaro. Adecir Freire de Souza, de Macaé (RJ), questionou a ausência de críticas a Alexandre de Moraes durante o período eleitoral anterior. Julia Santos, do Rio de Janeiro (RJ), defendeu que fosse investigado o envolvimento de Kassio com Daniel Vorcaro.
Adilson Roberto Gonçalves, de Campinas (SP), criticou declarações de Flávio Bolsonaro sobre o TSE e mencionou sua relação com Daniel Vorcaro e o Banco Master. O tema também foi associado, por outros leitores, a críticas ao artigo sobre Flávio Bolsonaro e ao escritor Édouard Louis.
Dani Lindenbaum, de São Paulo (SP), questionou as referências do escritor à realidade brasileira. Hércules Ribeiro Simonini, do Rio de Janeiro (RJ), classificou o artigo como baseado em clichês. Therezinha Lima e Oliveira, de São Paulo (SP), avaliou que Édouard Louis havia descrito o risco representado por Flávio Bolsonaro.
Daisy Santos, de Aracaju (SE), afirmou que o debate deveria considerar o futuro do Brasil e criticou a possibilidade de o país ser governado por uma família que, em sua avaliação, não teria compromisso com a nação.
Sobre o subsídio aos combustíveis, Antônio Beethoven Cunha de Melo, de São Paulo (SP), acusou a publicação de ter posição política. Fábio Alcântara, de Bandeirantes (PR), defendeu que candidatos à reeleição fossem licenciados para evitar o uso desigual da máquina pública e o gasto do Orçamento em promessas eleitorais.


