São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
Política

Ato na Praça da Sé cobra medidas contra feminicídios e critica governo paulista

Manifestação do 32º Grito dos Excluídos reuniu movimentos sociais em São Paulo e também defendeu o fim da escala 6x1.

Ato na Praça da Sé cobra medidas contra feminicídios e critica governo paulista
Foto: Rodilei Morais/www.fotoarena.com.br

Movimentos sociais reunidos na Praça da Sé cobraram medidas de proteção às mulheres e protestaram contra a violência policial, as privatizações e o avanço da extrema direita durante o 32º Grito dos Excluídos. O ato ocorreu na manhã desta segunda-feira (7), sob temperatura de 11ºC, e terminou ao meio-dia com uma missa na Catedral.

A violência contra a mulher e a alta dos feminicídios foram os principais temas da manifestação, que teve críticas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O estado registrou, em 2026, o maior número de feminicídios no primeiro semestre de sua história. O Instituto Sou da Paz informou que o crescimento das taxas desse crime em São Paulo está acima da média nacional.

O prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), aliado de Tarcísio, também foi alvo de críticas por cortes e atrasos nos repasses destinados a serviços de proteção à mulher.

A concentração começou às 7h, com distribuição de café, pães e frutas para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Cerca de 2 mil pessoas foram atendidas. O encontro reuniu entidades ligadas à defesa das mulheres, dos idosos, da comunidade LGBTQIA+, dos imigrantes, dos povos indígenas e negros e das pessoas em situação de rua, além de representantes progressistas de diferentes religiões.

Os participantes defenderam o fim da escala 6x1, da terceirização da mão de obra e das privatizações de serviços essenciais. Também cobraram políticas de proteção para pessoas em alta vulnerabilidade social e protestaram contra o imperialismo.

A manifestação foi organizada em outras 62 cidades, em 24 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, os participantes passaram pelo Largo São Bento e pelo Largo São Francisco antes de encerrar o percurso. Candidatos e políticos com mandato foram apresentados, mas não discursaram por acordo com os organizadores.

Estiveram no ato Juliana Cardoso, Eduardo Suplicy, Paulo Teixeira, Amanda Paschoal, Luna Zarattini e Tiago Ávila. A maioria dos manifestantes defendeu a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva e as candidaturas de Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.