São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,16 · Euro R$ 5,91 · Ibovespa 185.229 +0,00%
Notícia com critério
Política

Flávio Bolsonaro chega a 42% e supera Lula numericamente no segundo turno

Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre os dois, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Flávio Bolsonaro chega a 42% e supera Lula numericamente no segundo turno

A pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 42% das intenções de voto no segundo turno, contra 40% de Lula (PT). É a primeira vez desde o início da campanha que o senador aparece numericamente à frente do presidente, embora o resultado permaneça em empate técnico.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento ouviu 2.004 eleitores em todo o país entre quinta-feira (10) e domingo (13). Na rodada anterior, Lula e Flávio Bolsonaro tinham 41% cada. Em 14 de agosto, Lula registrava 43%, enquanto Flávio tinha 40%.

No primeiro turno, Lula continua na liderança, com 36% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece com 31%, reduzindo a distância em relação à rodada anterior. Augusto Cury (Avante) tem 7%, ante 8% na pesquisa passada.

O levantamento foi realizado durante uma crise no STF (Supremo Tribunal Federal), que opôs os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, relator do caso do Banco Master. O episódio ganhou intensidade depois que o presidente da corte, ministro Edson Fachin, determinou a quebra do sigilo do material das investigações.

Outros cenários de segundo turno

Lula mantém vantagem nas demais simulações. Contra Augusto Cury, marca 38%, ante 36% do escritor. Diante de Ronaldo Caiado (PSD), venceria por 41% a 39%. Na disputa com Renan Santos (Missão), tem 41%, contra 38% do rival.

Romeu Zema (Novo) é o único adversário fora do empate técnico com Lula: o ex-governador de Minas Gerais registra 33%, enquanto o presidente chega a 45%.

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-03607/2026.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.