Em 2026, o eleitor escolherá dois senadores no primeiro turno, além de deputado federal, deputado estadual ou distrital, governador e presidente da República. A votação será realizada em 4 de outubro, com seis etapas na urna eletrônica e duas escolhas consecutivas para o Senado.
A ordem começará pelo deputado federal, cujo número terá quatro dígitos. Depois, será a vez do deputado estadual ou distrital — no Distrito Federal —, com cinco dígitos. Em seguida, o eleitor votará para senador na primeira vaga e para senador na segunda vaga, usando três dígitos em cada etapa. A sequência terminará com governador e presidente da República, ambos identificados por dois dígitos.
É necessário conferir na tela o cargo, os números e o nome da candidatura antes de apertar “Confirma”. Para ajudar na consulta, a Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor anote os números em uma folha de papel, respeitando a ordem dos cargos e reservando dois espaços para os candidatos ao Senado.
Regras para o Senado e o segundo turno
As duas vagas em disputa correspondem a duas das três cadeiras do Senado de cada estado e do Distrito Federal, totalizando 54 vagas. Para que os dois votos sejam válidos, é preciso escolher candidatos diferentes. Se o mesmo nome for repetido e confirmado nas duas etapas, o segundo voto será nulo.
O segundo turno está marcado para 25 de outubro e será realizado apenas para os cargos que não tiverem resultado definido no primeiro turno. Caso reste somente uma disputa, o eleitor votará apenas para aquele cargo. Nessa etapa, a ordem será governador e presidente da República, ambos com dois dígitos.
Treinamento na urna virtual
O simulador da Justiça Eleitoral permite selecionar o cenário da eleição, montar uma colinha de treinamento, escolher recursos de acessibilidade e praticar os votos com candidaturas fictícias. Para treinar a votação de outubro, o usuário deve selecionar “Eleições Gerais — 1º turno”. Há também uma opção específica para o Distrito Federal, além de cenários para o segundo turno, votação no exterior e eleições municipais.
O sistema apresenta candidatos fictícios e permite incluí-los na colinha por meio de um clique ou pela digitação do número. A opção “Gerar exemplo” preenche a lista automaticamente. Os nomes e números usados no treinamento não correspondem às candidaturas reais.
Também é possível ativar a voz da urna, que informa o cargo, os números digitados e o nome escolhido. Na etapa final, o usuário confere os dados antes de confirmar cada voto e pode praticar as teclas “Corrige” e “Branco”. O treinamento pode ser repetido quantas vezes quiser. No dia da eleição, a colinha deve ser de papel: o celular não pode ser usado na cabine e deve permanecer no local indicado pelos mesários.


