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Política

Pesquisa aponta vantagem de Celina em cenários de segundo turno no DF

Governadora tem 35% no primeiro turno e supera José Arruda e Leandro Grass nas simulações para a etapa seguinte.

Pesquisa aponta vantagem de Celina em cenários de segundo turno no DF
Foto: Folhapress

A pesquisa Quaest registra vantagem de Celina Leão nas três simulações de segundo turno para o governo do Distrito Federal. A governadora teria 47% contra 30% de José Arruda e 52% ante 29% de Leandro Grass. No confronto entre os dois adversários, Arruda aparece com 41%, enquanto Grass tem 28%.

No primeiro turno, Celina reúne 35% das intenções de voto. Arruda soma 18%, e Grass, 17%. Paula Belmonte tem 4%, enquanto Ricardo Capelli registra 2%. Kiko Caputo e Samara Mineiro aparecem com 1% cada.

Elisson Ferreira, Professor Robson, Expedito Mendonça e Rico Pinheiro não pontuaram. Os indecisos correspondem a 15% dos entrevistados. Outros 7% afirmaram que votarão nulo ou em branco ou que não irão votar.

O levantamento foi feito com uma lista de candidatos apresentada aos participantes, que escolheram uma das opções. A Quaest ouviu 1.104 pessoas de 16 anos ou mais entre 4 e 7 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026.

Na pesquisa anterior, Celina tinha 34% no primeiro turno. Arruda teve a candidatura barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal na última semana e afirmou que recorreria.

Senado

Na disputa pelas duas cadeiras do Senado Federal, Michelle Bolsonaro lidera com 26%. Leila do Vôlei aparece com 17%, seguida por Erika Kokay, com 13%, e Bia Kicis, com 11%.

O cenário político do Distrito Federal também envolve a crise no Banco de Brasília relacionada às operações com o Banco Master, de Daniel Vorcaro. A aquisição do Master pelo BRB foi articulada pelo ex-governador Ibaneis Rocha, que deixou o cargo para disputar o Senado, mas desistiu da candidatura após a divulgação de sua atuação no negócio.

Para capitalizar o BRB, a gestão de Celina buscava um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos. Na semana passada, o governo distrital acionou o Supremo Tribunal Federal para pedir que a União fosse fiadora da operação.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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