Decisões judiciais determinaram restrições patrimoniais que ultrapassam R$ 508 milhões em uma operação contra grupos ligados ao crime organizado. As medidas incluem bloqueios, sequestros e outras ações sobre imóveis, veículos, ativos financeiros e bens associados às organizações investigadas.
Também foram expedidos 173 mandados de busca e apreensão, além das ordens de prisão. A operação mira suspeitos de participação em tráfico de drogas, tráfico de armas, lavagem de dinheiro, organizações criminosas violentas e outras infrações relacionadas ao crime organizado.
Estrutura financeira
Um dos objetivos é reduzir os recursos disponíveis para os grupos, por meio da descapitalização das organizações criminosas.
As ações contam com as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs), forças-tarefas coordenadas pela Polícia Federal (PF). A iniciativa reúne polícias civis, militares e penais, guardas municipais, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e secretarias estaduais de Segurança Pública.


