Proposta contra título de Nossa Senhora Aparecida existe desde 2007
Registros públicos indicam que a discussão sobre retirar o título da santa antecede a atual campanha presidencial.
Registros públicos indicam que a discussão sobre retirar o título da santa antecede a atual campanha presidencial.
Monitoramento registrou 977,6 mil menções e 8,5 milhões de interações em 55 horas após associação com Flávio Bolsonaro.
Candidato acionou a Justiça Eleitoral após publicações associarem sua família à retirada do título de padroeira do Brasil.
Ministro do STF considerou que a medida avançou sobre as liberdades de expressão e religiosa e anulou restrições impostas ao conteúdo.
Em livro publicado em 2001, J. B. Carvalho afirma que a escolha de Nossa Senhora Aparecida e o feriado nacional são ilegais.
Flávio Bolsonaro pediu a Luiz Fux a suspensão da decisão que permitiu publicações na internet sobre a santa e sua condição de padroeira do Brasil.
“Eu Não Sou Santa”, parceria com Mestrinho, avançou da 80ª para a 50ª posição na Apple Music em três dias.
Comentário sobre uma proposta arquivada em 2008 retomou a disputa política e religiosa em torno da imagem católica.
Senador atribuiu a adversários a repercussão de projeto que previa retirar da santa o título de Padroeira do Brasil.
Pesquisa da Palver aponta que 73% das mensagens analisadas criticavam o candidato após posts sobre mudança no título da santa.
JB Carvalho, líder religioso próximo da família Bolsonaro, defende em livro a retirada de Nossa Senhora Aparecida dessa condição.
Presidente reagiu à circulação de uma informação falsa atribuída a Flávio Bolsonaro sobre a padroeira do Brasil.
Menções ao boato sobre Flávio Bolsonaro recuaram mais de 50% no domingo, enquanto buscas por Nossa Senhora Aparecida dispararam na sexta-feira.
Vídeos de religiosos e cartilhas em igrejas passaram a orientar o debate eleitoral em torno de Nossa Senhora Aparecida.
Candidato do PL atribui a GloboNews a divulgação da acusação e volta a defender respeito a todas as religiões.
Proposta de 2007 foi apresentada por Victório Galli, rejeitada em comissão e arquivada; Flávio negou intenção de retirar o título religioso.
Emissora afirmou que comentário foi retirado de contexto; projeto citado é de 2007 e foi arquivado pela Câmara em 2008.
Publicitário confirma ser dono da conta apontada pelo PL, mas diz que não publicou a informação falsa sobre o senador.
A imagem passou de símbolo de devoção popular a instrumento de aproximação entre governos, Igreja Católica e grupos políticos.