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Economia

Fitch vê ajuste fiscal insuficiente para estabilizar dívida do Brasil

Agência diz que credibilidade fiscal dependerá das próximas eleições e da disposição do Congresso para aprovar novas medidas.

Fitch vê ajuste fiscal insuficiente para estabilizar dívida do Brasil
Foto: Folhapress

A proposta orçamentária do Brasil para 2027 mostra dificuldades para avançar na consolidação fiscal, avaliou a agência de classificação de risco Fitch nesta quinta-feira (10). Para a empresa, o ritmo previsto de ajuste não é suficiente para estabilizar a dívida pública.

A Fitch afirmou que a avaliação sobre a nota de crédito brasileira dependerá da credibilidade e da sustentabilidade do ajuste fiscal. Esses fatores, segundo a agência, serão influenciados pelo resultado das próximas eleições e pela disposição do Congresso em aprovar medidas adicionais de consolidação fiscal.

"O impacto sobre a nota de crédito do Brasil dependerá da credibilidade e da sustentabilidade do ajuste fiscal", disse a Fitch em nota. A agência também relacionou a avaliação futura à capacidade de aprovação das medidas necessárias no Legislativo.

Em junho, a Fitch reafirmou a nota BB para o Brasil, com perspectiva estável. A classificação está dois degraus abaixo do grau de investimento, atribuído a países considerados de baixo risco de calote.

A análise da agência associa a trajetória da dívida pública ao ritmo de implementação do ajuste fiscal e às decisões que serão tomadas após as próximas eleições. A proposta orçamentária para 2027 é apresentada como evidência das dificuldades para alcançar uma consolidação fiscal adicional.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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