A comissão responsável pela proteção de membros da realeza e de personalidades públicas avalia o nível de segurança policial destinado ao príncipe Harry, Meghan e os filhos após o retorno da família ao Reino Unido, em 26 de agosto. O grupo se reuniu na semana passada para discutir o caso e decidiu examinar detalhadamente as ameaças dirigidas, em particular, ao duque e à duquesa de Sussex.
A análise ocorre depois que Harry e Meghan transferiram Archie, de 7 anos, e Lilibet, de 5, para uma escola particular poucos dias após o começo do ano letivo. O nome da instituição não foi divulgado. A família se mudou para Cotswolds, região rural do centro da Inglaterra.
Um porta-voz do casal afirmou que a alteração foi decidida após uma conversa com a equipe de segurança sobre as condições existentes. "A decisão de mudar as crianças de escola foi tomada após uma conversa com a equipe de segurança da família sobre os aspectos práticos das disposições atuais", disse à revista Hello!.
Entre os fatores considerados estavam a distância entre a residência e a escola e o trânsito intenso no trajeto, apontados como motivos de preocupação. A mudança ocorreu nesta segunda-feira (14), poucos dias depois do início do ano letivo no Reino Unido.
Harry e Meghan deixaram de exercer funções como membros da realeza em 2020 e saíram do Reino Unido para os Estados Unidos. Com a decisão, perderam a proteção policial à qual tinham direito. Atualmente, recorrem a agentes de segurança privados, enquanto Harry pediu ao governo que intervenha para garantir proteção policial para ele e sua família.
Na avaliação do rei Charles III, Harry e Meghan são considerados "cidadãos que atuam em caráter privado", e não representantes da família real, conforme carta oficial redigida em nome do monarca no início de setembro. Harry completa 42 anos nesta terça-feira.


