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Internacional

Tratado de 1967 proíbe armas no espaço, enquanto EUA admitem capacidade orbital

Declaração chinesa ocorreu após o secretário da Força Aérea dos EUA mencionar armas capazes de defender forças no espaço.

Tratado de 1967 proíbe armas no espaço, enquanto EUA admitem capacidade orbital
Foto: Reuters

Um tratado internacional firmado em 1967 proíbe o posicionamento de armas no espaço, mas os Estados Unidos afirmaram ter capacidades de controle espacial em órbita. A informação foi divulgada pelo secretário da Força Aérea norte-americana, Troy Meink, durante uma conferência militar na segunda-feira.

Meink disse que os equipamentos podem "defender as forças conjuntas contra adversários hostis" no espaço, sem apresentar detalhes sobre as armas. A revelação motivou uma reação do Ministério das Relações Exteriores da China.

Em coletiva de imprensa, o porta-voz Guo Jiakun afirmou que o país se opõe à instalação de armas americanas no espaço. Ele também pediu que Washington interrompa a expansão de suas capacidades militares nessa área e os preparativos para uma guerra espacial.

Jiakun alertou contra a militarização do espaço sideral, sua transformação em campo de batalha e uma corrida armamentista orbital. Moscou já havia declarado oposição ao posicionamento de armas no espaço.

A China e a Rússia são acusadas pelos Estados Unidos, há anos, de realizar manobras militares em órbita. Entre as ações mencionadas estão o uso de lasers e técnicas de interferência contra satélites americanos.

Também na segunda-feira, a Força Espacial dos EUA classificou a China como uma ameaça no campo espacial. A instituição afirmou que Pequim desenvolve e opera capacidades espaciais e antiespaciais como parte de uma estratégia de modernização militar. Sobre a Rússia, disse que o país considera o espaço um fator decisivo em conflitos futuros.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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