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Internacional

Justiça argentina aplica pena de 16 anos por atropelamento em Rosário

Agustín López Gagliasso foi responsabilizado pela morte de duas pessoas e por ferir outros familiares durante uma perseguição de trânsito.

Justiça argentina aplica pena de 16 anos por atropelamento em Rosário
Foto: Reprodução/TikTok

A Justiça argentina condenou Agustín López Gagliasso a 16 anos de prisão por homicídio simples com dolo eventual. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (15), após o atropelamento de uma família em janeiro de 2025, em Rosário.

A mãe, de 41 anos, e a filha, de 17, morreram no local. O pai e outra filha do casal, de seis anos, foram encaminhados ao hospital e sobreviveram. As quatro vítimas estavam na calçada quando foram atingidas.

Perseguição e atropelamento

As investigações indicaram que Gagliasso, hoje com 22 anos, perseguia um motociclista após uma discussão de trânsito. Ele dirigia a 120 km/h e fez manobras em zigue-zague antes de perder o controle do veículo.

O atropelamento ocorreu em uma área central com travessia de pedestres, onde o limite de velocidade era de 60 km/h. As autoridades também identificaram álcool no sangue do condenado.

Antes do incidente, o jovem havia publicado um vídeo em que aparecia dirigindo com uma mulher no colo. O caso provocou repercussão e manifestações de revolta entre internautas.

A pena definida pela Justiça ficou abaixo do período solicitado pelo Ministério Público. Durante o julgamento, a defesa sustentou que Gagliasso não deveria responder por dolo eventual. O argumento foi que ele perdeu o controle da direção sem intenção de provocar as mortes.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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