SÃO PAULO — A organização do futebol brasileiro é questionada por Tadeu Humberto Scarparo Cunha, do Rio de Janeiro. Para ele, o país parou no tempo ao tratar de tática e estrutura, enquanto o esporte se tornou quase científico. A técnica e a criatividade brasileiras, afirma, não seriam suficientes para compensar a desvalorização do planejamento. O leitor relaciona a avaliação à Copa de 2026 e ao exemplo de Pelé.
Justiça, segurança e investigações
A possibilidade de ministros do Supremo Tribunal Federal participarem de um julgamento motivou críticas de Neli Faria, de São Paulo. Ela defende o impedimento de votos quando há vínculo entre familiares de integrantes da Corte, escritórios de advocacia e Vorcaro. Na avaliação da leitora, o empresário concentra influência sobre os três Poderes.
Alexandre Missael Kozerski, de Foz do Iguaçu, pede a quebra completa do sigilo das investigações relacionadas ao caso Master. Ele também defende a apuração sobre Moraes e o afastamento de Mendonça do processo. Flávio Augusto Moreira Gomes, de Belo Horizonte, afirma que o caso envolve dezenas de milhões de reais, e não apenas um filme.
Pedro Cardoso Costa, de São Paulo, questiona a forma como a imprensa trata os recursos associados ao filme de Bolsonaro e ao contrato da esposa de Alexandre de Moraes. Para ele, as duas situações deveriam ser avaliadas com o mesmo critério.
Sobre os roubos de celulares e alianças, Maria José Persevalli, de São Paulo, cobra policiamento preventivo do governo de Tarcísio. Ronaldo L. Gonçalves, de Brasília, propõe uma parceria entre a polícia e os fabricantes para desenvolver mecanismos de segurança no hardware e identificar os aparelhos mais seguros com um selo.
Violência, saúde e relações internacionais
Anibal Carrion, de Santos, manifesta solidariedade à família de uma mulher assassinada e questiona o medo provocado pela violência contra mulheres. Fabiana Santos, de Belo Horizonte, afirma que a violência de gênero atinge mulheres sem distinção de cor, renda ou classe social.
Mário Sérgio Mesquita Monsores, do Rio de Janeiro, comenta o uso de remédios sem eficácia contra a Covid e diz que ainda há pessoas que não se convenceram sobre o tema.
Ivone Patelli, de São Paulo, defende a suspensão do comércio entre Brasil e Israel. Paloma Fonseca, de Brasília, afirma que o país não deveria interromper o fornecimento de alimentos e energia, mas poderia suspender exportações de materiais e equipamentos militares. Ela menciona a suspensão de equipamentos militares e a ausência de exportação de carvão para Israel.
Jornalismo e pena de morte
Wanderson Marçal, de Itapecerica da Serra, chama Claudio Carsughi de gigante do jornalismo esportivo. José Paulo Sbroggio, de Itajobi, recorda a presença do jornalista em sua vida como ouvinte de rádio e menciona semelhanças na história das famílias, ligadas à vinda da Itália no pós-guerra.
Fernando de Paula Souza Junior, de Sorocaba, considera a pena de morte um excesso de poder do Estado. Ele também questiona a defesa da medida por liberais e direitistas que, segundo sua avaliação, costumam rejeitar a intervenção estatal.


