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Ribeirão Preto responde por 27,3% da população estimada da região em 2026

Quatro municípios somam 1.361.040 habitantes e concentram 50,6% dos moradores estimados para a região de Ribeirão Preto e Franca.

Ribeirão Preto responde por 27,3% da população estimada da região em 2026
Foto: Reprodução/EPTV

Ribeirão Preto concentra 734.538 habitantes e responde sozinha por 27,3% da população estimada para a região de Ribeirão Preto e Franca em 2026. O município é o principal núcleo populacional entre as 66 cidades consideradas pelo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A região reúne 2,69 milhões de moradores. Ribeirão Preto, Franca, Sertãozinho e Barretos, juntas, têm 1.361.040 habitantes, o equivalente a 50,6% do total estimado. Franca aparece na segunda posição, com 366.534 moradores, ou 13,6% da população regional. Sertãozinho tem 132.692 habitantes (4,9%), enquanto Barretos soma 127.276 (4,7%).

O estudo, divulgado pelo IBGE no fim de agosto, apresenta estimativas populacionais para todas as cidades brasileiras. Os números indicam que aproximadamente metade dos moradores da área está concentrada nesses quatro municípios.

A concentração também influencia a relação entre os municípios maiores e as cidades vizinhas. Segundo o urbanista Marco Castro, centros com maior população atraem investimentos, comércio e serviços, enquanto localidades menores podem funcionar como cidades-satélites ou cidades-dormitórios.

As cidades-dormitórios são definidas pela função socioeconômica de abrigar pessoas que trabalham em outro município. Já o conceito de cidade-satélite se refere a um núcleo urbano próximo de uma metrópole, que pode ou não cumprir essa função.

Para Castro, a busca por lazer, comércio, serviços, trabalho e infraestrutura leva moradores de municípios menores aos principais polos regionais. Ele cita Dumont como exemplo de cidade onde uma pessoa pode morar por causa do custo mais baixo e trabalhar em Ribeirão Preto.

O levantamento também informa que municípios próximos dos quatro maiores da região registram taxas de até 43% de moradores que trabalham fora da cidade onde vivem, conforme a Amostra de Deslocamento para Trabalho baseada no Censo Demográfico 2022 do IBGE.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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