O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defendeu uma investigação rigorosa e imparcial sobre os fatos relacionados à crise no Supremo Tribunal Federal (STF). A entidade não pediu o afastamento de autoridades.
Em nota divulgada em 1º de setembro, a OAB afirmou estar preocupada com os efeitos da crise sobre as instituições democráticas durante o período eleitoral. A organização sustentou que a apuração deve alcançar os fatos independentemente de quem esteja envolvido, com respeito ao direito de defesa e à presunção de inocência.
Paralelamente, o presidente do STF, ministro Luiz Edson Fachin, adiou uma reunião com representantes da OAB que estava prevista para quarta-feira (9). O encontro teria como tema a crise no tribunal e reuniria também outros integrantes da cúpula da Ordem.
Fachin justificou a mudança dizendo que “a presidência do tribunal está com muitas demandas nesta semana”. A OAB considerou o adiamento incomum, porque costuma ser recebida quando solicita audiências.


