São Paulo, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,12 · Euro R$ 5,85 · Ibovespa 187.423 +0,44%
Notícia com critério
Política

Decisão sobre pesquisa de Flávio antecede novas exigências do TSE

Tribunal deverá pedir aos institutos informações metodológicas mais detalhadas para levantamentos do segundo turno de 2026.

Decisão sobre pesquisa de Flávio antecede novas exigências do TSE
Foto: Divulgação TSE

A suspensão de uma pesquisa que mostrava a queda de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) antecedeu a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de ampliar as informações exigidas dos institutos para os levantamentos do segundo turno das eleições de 2026.

O presidente da corte, Kassio Nunes Marques, deverá enviar um comunicado às empresas nos próximos dias. A orientação prevê que os institutos informem detalhes mais aprofundados sobre as metodologias empregadas, mas o conteúdo completo da exigência ainda não foi divulgado.

A pesquisa, da Atlas/Bloomberg, foi alvo de censura por decisão monocrática de Kassio, após pedido da pré-campanha de Flávio. A equipe do senador alegou que o questionário havia sido “estruturado de forma a induzir gravemente uma percepção negativa” sobre o candidato à Presidência.

O argumento foi apresentado depois da revelação da troca de mensagens entre Flávio e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A decisão suspendeu a divulgação do levantamento.

Propostas em avaliação

Desde julho, Kassio discutia mudanças nas regras aplicadas às empresas responsáveis pelas pesquisas. Entre as medidas analisadas estava a criação de um “selo de acurácia eleitoral”, que premiaria os institutos com maior número de acertos nos resultados do pleito.

A proposta foi abandonada depois de críticas de institutos e especialistas. Kassio foi indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A discussão sobre as pesquisas ganhou força após a decisão relacionada ao levantamento da Atlas/Bloomberg.

Texto produzido pela Redação Caderno Atual com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.