TST adia decisão sobre greve dos Correios para quinta-feira
Julgamento foi interrompido após a estatal apresentar novos documentos sobre a paralisação iniciada no dia 10.
Julgamento foi interrompido após a estatal apresentar novos documentos sobre a paralisação iniciada no dia 10.
Decisão manteve nova empresa em execução por dívidas da unidade anterior, mas afastou honorários fixados no incidente judicial.
Atrasos atingem entregas com prazos vencidos e levam clientes e lojistas a pedir reembolso do frete.
Candidata também declarou apoio à greve contra a privatização dos Correios e criticou o fechamento de agências.
Decisão liminar exige 80% do efetivo em áreas essenciais; dissídio coletivo será julgado em 21 de setembro.
Estatal pede que tribunal avalie a paralisação e determine a continuidade dos serviços; federação orienta ampliação do movimento.
Nova operação está em fase avançada de estruturação, enquanto a estatal mantém previsão de aporte de R$ 6 bilhões até o final de 2027.
Pedido prevê empréstimo de R$ 7 bilhões com quatro bancos privados, custo de 114,26% do CDI e três anos de carência.
Regras fiscais exigem dados do destinatário na embalagem, mas consultas e precedentes mostram que o CPF poderia ser parcialmente ocultado.