Juros menores no Brasil ainda sustentam interesse estrangeiro por ativos locais
Selic caiu para 13,75%, enquanto o Fed elevou os juros; petróleo e renda fixa mantêm o Brasil no radar dos investidores.
Selic caiu para 13,75%, enquanto o Fed elevou os juros; petróleo e renda fixa mantêm o Brasil no radar dos investidores.
Consultoria apontou falhas na supervisão do banco central antes da falência, enquanto Michelle Bowman defendeu mudanças nos procedimentos do Fed.
Documento afirma que supervisores conheciam vulnerabilidades do banco, mas não agiram por uma cultura de aversão ao risco.
Decisões opostas do Copom e do Federal Reserve afetam câmbio, juros e financiamentos, mas os efeitos tendem a aparecer com atraso.
Presidente defendeu taxa de 1% ou menos após o banco central dos EUA levar os juros para a faixa de 3,75% a 4% ao ano.
Banco central americano elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, enquanto o mercado espera corte da Selic no Brasil.
Moeda recuava 0,12% no início do pregão, com expectativa de cortes e alta de juros nos dois países.
Decisões opostas nos juros dos dois países devem influenciar o câmbio e limitar o espaço para cortes da Selic no Brasil.
Título americano de 10 anos chega a 5,017%, enquanto o Brent alcança US$ 109,74 em meio à tensão no Oriente Médio.
Presidente afirmou que os EUA deveriam ter a menor taxa de juros do mundo antes da próxima reunião do Federal Reserve.
Mercado elevou para mais de 80% a probabilidade de aumento dos juros pelo Fed em setembro após os dados de agosto.
Relatório do Ministério do Trabalho mantém em aberto a possibilidade de alta dos juros pelo Federal Reserve em setembro.
Mercado de trabalho americano acima das projeções reduziu a expectativa de cortes de juros pelo Fed; Bolsa ficou perto da estabilidade.
Relatório de empregos americano mostrou criação de 162 mil vagas em agosto, enquanto pesquisa eleitoral e decisões no Congresso movimentaram o mercado brasileiro.