Governo estuda usar recursos públicos para comprar dívidas antigas
Proposta prevê descontos de até 95% pelos bancos e pode alcançar débitos de até R$ 15 mil contraídos de 2020 a 2022.
Proposta prevê descontos de até 95% pelos bancos e pode alcançar débitos de até R$ 15 mil contraídos de 2020 a 2022.
Procuradoria do Distrito Federal afirma que resistência da União a garantir operação de até R$ 6,6 bilhões decorre de disputa eleitoral.
Medidas incluem reajuste do Bolsa Família, crédito subsidiado, desonerações e subvenções para combustíveis, além de recursos habitacionais.
Entidades do futebol e da mídia defendem a continuidade das apostas autorizadas e dos anúncios; Fazenda diz que não há decisão tomada.
Documento enviado ao Congresso americano cobra medidas urgentes do Brasil contra as facções; governo nega falhas e omissões.
Correção de 15% começa em 19 de outubro e terá custo de R$ 22,7 bilhões para o próximo governo.
Benefício médio passará a R$ 777 em outubro, enquanto governo prevê impacto de R$ 22,7 bilhões nos gastos anuais a partir de 2027.
Equipe econômica afirma que aumento foi viabilizado por espaço fiscal e não tem relação com as eleições de 2026.
Inflação acumulada no terceiro mandato é menor que a registrada nos governos anteriores no mesmo período, mas famílias seguem endividadas.
Aliados de Lula afirmam que decisão de André Mendonça empurrou o governo para a crise envolvendo o Banco Master e o Supremo.
Afastamento de dois chefes da Polícia Federal deverá levar a AGU a defender o governo no embate entre ministros do Supremo.