Bradesco reduz projeção de crescimento e vê Selic em 13,25% em 2026
Banco projeta desaceleração da atividade, inflação de 4,9% e crescimento de 1,7% neste ano, abaixo da previsão anterior.
Banco projeta desaceleração da atividade, inflação de 4,9% e crescimento de 1,7% neste ano, abaixo da previsão anterior.
Selic caiu para 13,75%, enquanto o Fed elevou os juros; petróleo e renda fixa mantêm o Brasil no radar dos investidores.
Taxa real brasileira ficou em 8,45%, enquanto Rússia e Colômbia vieram na sequência do ranking compilado pela MoneYou.
Banco Central reduz a Selic para 13,75% ao ano, enquanto o Fed eleva os juros dos Estados Unidos para até 4%.
Decisões opostas do Copom e do Federal Reserve afetam câmbio, juros e financiamentos, mas os efeitos tendem a aparecer com atraso.
Banco central americano elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, enquanto o mercado espera corte da Selic no Brasil.
Copom deve reduzir a Selic, enquanto o cenário externo, o STF e o avanço da inteligência artificial permanecem no radar dos investidores.
Economistas esperam novo corte nesta quarta-feira, mas divergem sobre a continuidade da redução da taxa básica em novembro.
Decisões opostas nos juros dos dois países devem influenciar o câmbio e limitar o espaço para cortes da Selic no Brasil.
Boletim do Banco Central também mantém previsão de cortes na Selic e reduz estimativa do câmbio para 2027.
Boletim do Banco Central prevê IPCA de 4,9% e redução de 0,25 ponto percentual na Selic nesta semana.
Inflação acumulada em 12 meses desacelerou para 4,22%, enquanto economistas projetam novos cortes da Selic pelo Banco Central.
Decisão unânime da 1ª Turma conclui que os valores recebidos por bancos do Banco Central representam renda sujeita ao IRPJ e à CSLL.
Volume de serviços avançou 0,9% na comparação anual, mas ficou abaixo das projeções para julho, segundo o IBGE.
Pedido de Flávio Dino retirou do ambiente virtual a ação que trata da cobrança de IRPJ e CSLL sobre valores vinculados à Selic.