EUA podem emitir até US$ 1,09 trilhão em títulos de curto prazo em 2027
Projeções de bancos apontam aumento da dependência de letras do Tesouro, elevando a exposição dos EUA ao custo de refinanciamento.
Projeções de bancos apontam aumento da dependência de letras do Tesouro, elevando a exposição dos EUA ao custo de refinanciamento.
Investidores avaliaram o reajuste do Bolsa Família, as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e o cenário eleitoral.
Ex-diretor do Credit Suisse defende rever gastos obrigatórios, renúncias e desperdícios sem cortar indiscriminadamente programas sociais.
Banco central americano elevou a taxa em 0,25 ponto percentual, enquanto o mercado espera corte da Selic no Brasil.
Moeda recuava 0,12% no início do pregão, com expectativa de cortes e alta de juros nos dois países.
Economistas esperam novo corte nesta quarta-feira, mas divergem sobre a continuidade da redução da taxa básica em novembro.
Decisões opostas nos juros dos dois países devem influenciar o câmbio e limitar o espaço para cortes da Selic no Brasil.
Mercado acompanhou a valorização do petróleo, o julgamento no STF e as expectativas para Copom e Fed nesta quarta-feira (16).
Queda mensal foi a segunda do ano, enquanto cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGE registraram retração.
Rendimento dos títulos dos EUA superou 5% em meio à alta do petróleo e à expectativa por decisões do Fed e do Banco do Japão.
Moeda americana avançava 0,56% nesta segunda-feira, enquanto investidores monitoravam juros, cenário político brasileiro e ataques no Oriente Médio.
Inflação, petróleo e emprego resistente elevaram as apostas de alta dos juros americanos e fortaleceram o dólar e os Treasuries.
Presidente disse que investimentos dependem de mais espaço fiscal e afirmou que o país paga R$ 1,3 trilhão em juros.
Mercado elevou para mais de 80% a probabilidade de aumento dos juros pelo Fed em setembro após os dados de agosto.
Rendimento dos papéis de 10 anos chegou a 4,98%, enquanto investidores avaliam que a intervenção de US$ 6 bilhões foi insuficiente.
Inflação brasileira recuou em agosto, mas dados dos Estados Unidos e cautela política pesaram sobre os ativos.
Dados do Banco Central mostram que a caderneta acumulou saques líquidos de R$ 57,08 bilhões no ano até agosto.
Moeda americana avançava 0,39% nesta quinta-feira, enquanto investidores acompanhavam o conflito no Irã e indicadores econômicos.
Relatório do Ministério do Trabalho mantém em aberto a possibilidade de alta dos juros pelo Federal Reserve em setembro.