Assessor de Putin sinaliza parceria com AfD em meio a tensão na Europa
Kirill Dmitriev associou a retomada do gás do Nord Stream a uma possível cooperação com o partido alemão de extrema direita.
Kirill Dmitriev associou a retomada do gás do Nord Stream a uma possível cooperação com o partido alemão de extrema direita.
Chanceler mantém a coalizão com o SPD, enquanto aliados e opositores pressionam por mudanças após derrotas da CDU em dois estados.
Partido de Friedrich Merz teve seu pior resultado regional desde 1945, enquanto a AfD avançou em Mecklemburgo e Berlim.
Refugiados, trabalhadores estrangeiros e organizações assistenciais temem mudanças após a vitória do partido na Saxônia-Anhalt.
Resultados em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Berlim podem ampliar a pressão sobre o primeiro-ministro alemão.
Partido chega a 37% nas projeções, enquanto a CDU fica pouco acima da cláusula de barreira no estado alemão.
Partido alcança 37% em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e 16% em Berlim, enquanto Friedrich Merz enfrenta baixa aprovação.
A legenda de extrema direita afirma que o premiê cometeu difamação ao associar sua política de remigração à limpeza étnica.
Partido acusa o primeiro-ministro alemão de difamação após crítica à política de “remigração” defendida pela sigla.
Medida discutida pelo Ministério da Defesa alemão mira um eventual governo da AfD na Saxônia-Anhalt e a proteção do documento OPLAN.
Eva Umlauf, que preside o Comitê Internacional de Auschwitz, afirmou temer pelos efeitos do avanço da extrema direita sobre minorias e estrangeiros.
Com quase 44% dos votos, a legenda de extrema direita deve participar da formação do governo estadual, avalia o historiador Marcus Böick.
Avanço regional da direita radical reacende o debate sobre o governo alemão, a coesão europeia e o apoio à Ucrânia.
Chanceler admite responsabilidade pela derrota da CDU e promete discutir reformas com o parceiro de coalizão, o SPD.
Partido obteve 43,8% dos votos, mas precisa negociar com outras legendas ou parlamentares para formar governo estadual.
Friedrich Merz rejeitou cooperação com a extrema direita após a vitória da AfD na Saxônia-Anhalt e manteve apoio à Ucrânia.
Resultado na Saxônia-Anhalt reforça o avanço da extrema direita antes de eleições previstas em França, Espanha e Itália.
Partido obteve quase 44% dos votos, mas enfrenta a recusa de outras legendas para formar uma maioria no estado alemão.
Chanceler Friedrich Merz disse estar profundamente chocado com o resultado em Saxônia-Anhalt, mas afirmou que continuará no cargo e com suas reformas.
Com cinco cadeiras, a Aliança Sahra Wagenknecht é a única sigla disposta a considerar uma parceria com a extrema direita.