AfD vence eleição estadual e coloca apoio a imigrantes sob pressão na Alemanha
Refugiados, trabalhadores estrangeiros e organizações assistenciais temem mudanças após a vitória do partido na Saxônia-Anhalt.
Refugiados, trabalhadores estrangeiros e organizações assistenciais temem mudanças após a vitória do partido na Saxônia-Anhalt.
Proposta prevê impedir a cobertura do rosto, limitar alunos estrangeiros por turma e exigir italiano de pais em casos de baixa integração.
Primeira-ministra também afirmou que o governo limitará estudantes estrangeiros por turma e exigirá italiano para famílias em dificuldades de integração.
Decisão mantém, em grande parte, sentença que considerou ilegal a política adotada pelo governo Trump em março de 2025.
Novas normas permitem barrar saídas do país por violações de controles de exportação e alcançam setores públicos, estatais e áreas sensíveis.
F. Dennis Saylor suspendeu a mudança um dia antes de sua entrada em vigor e apontou falhas nas justificativas do DHS.
Documento do inspetor-geral do DHS afirma que 79 imigrantes foram mantidos em compartimentos metálicos de 1,67 metro quadrado.
Relatório federal diz que compartimentos serviam para acalmar e punir detidos e aponta falhas em atendimento médico, higiene e alimentação.
Disputa entre os blocos políticos se estreitou, enquanto os Democratas da Suécia pressionam por ministérios em um eventual novo governo de direita.
A criação do ICE e o endurecimento das medidas de imigração ocorreram após mudanças iniciadas antes dos ataques de 11 de Setembro de 2001.
Partido acusa o primeiro-ministro alemão de difamação após crítica à política de “remigração” defendida pela sigla.
Decisão afirma que o IRS violou a lei ao compartilhar endereços de contribuintes com autoridades de imigração durante o governo Trump.
Medida conhecida como “TRUMP Act” prevê condenação automática em casos específicos e amplia a cooperação entre autoridades estaduais e federais de imigração.
A história alemã reúne ondas de emigração, recrutamento de trabalhadores estrangeiros e desafios atuais de integração.
Brasileiros enviados à Libéria e à Guiné Equatorial relatam restrições, falta de comunicação e incerteza sobre o retorno.
Kauê Matos, de 19 anos, diz que ficou sem banho, recebeu informações contraditórias e só soube da deportação pouco antes do embarque.