STF adia encontro desta quinta e confirma análise de crise para terça-feira
Edson Fachin cancelou a sessão desta quinta-feira e manteve reunião extraordinária do Plenário para 15/9, às 10h.
Edson Fachin cancelou a sessão desta quinta-feira e manteve reunião extraordinária do Plenário para 15/9, às 10h.
Operação autorizada por Flávio Dino cumpre 49 buscas em quatro unidades da Federação; deputado Mario Frias está entre os alvos.
Medidas de Fachin foram associadas, na cobertura internacional, à disputa entre ministros e ao impacto do conflito na eleição presidencial.
Lula pediu a divulgação integral das investigações, enquanto Flávio Bolsonaro cobrou uma sessão pública do STF sobre o episódio.
Constitucionalistas afirmam que legendas não são partes em investigações criminais e já estão impedidas por lei de requerer medidas cautelares.
Presidente do Supremo interrompeu medidas de Mendonça e Dino e marcou sessão extraordinária do Plenário para 15/9.
Presidente e ex-presidente do Banco Central, além de diretor da instituição e dono do BTG, devem depor por videoconferência.
Filho de Antônio Camilo Antunes terá de usar tornozeleira e ficará sem contato com outros investigados.
A decisão ocorre após novas medidas sobre o comando da Polícia Federal e a disputa entre ministros da Corte.
Votos de Nunes Marques e Luiz Fux formaram maioria para manter decisão de André Mendonça, mas pedido de vista suspendeu a análise.
William Murad declarou confiança no diretor-geral da PF, enquanto integrantes da cúpula criticaram a decisão de André Mendonça.
Recurso assinado por Jorge Messias afirma que a decisão de André Mendonça afeta a gestão da Polícia Federal.
Gilmar Mendes pediu vista e suspendeu o julgamento sobre a decisão de André Mendonça que afastou Andrei Rodrigues do comando da PF.
Treze ministros aposentados e ex-presidentes do STF pediram a Edson Fachin uma apuração pública e rigorosa sobre fatos que afetam a Corte.
Advocacia-Geral da União afirma que decisão de André Mendonça invade competência do presidente e ameaça a organização da Polícia Federal.
Carta assinada por 13 ministros aposentados cobra investigação sob o devido processo legal, enquanto governo e Congresso divergem sobre o afastamento na PF.
Ministro pediu vista e argumentou que o afastamento de Andrei Rodrigues deve ser analisado pelos 10 ministros do STF.
Reuniões no STF e no governo tentaram preservar o diálogo, enquanto documentos registraram a possibilidade de afastamento de autoridades.
Ministro afirma ter sido monitorado pela PF, mas documentos não registram vigilância física, interceptações ou dados de localização.
Maioria da Segunda Turma referendou decisão de André Mendonça, mas julgamento foi interrompido por pedido de vista de Gilmar Mendes.