Gilmar Mendes valida reajuste do Bolsa Família após reabertura de processo no STF
Ministro considerou legal o aumento de 15,04% e afastou violação de regras eleitorais na decisão sobre o benefício.
Ministro considerou legal o aumento de 15,04% e afastou violação de regras eleitorais na decisão sobre o benefício.
Laiza Sousa recebe Bolsa Família, mas afirma que o programa não determina seu voto e critica a falta de trabalho e o custo de vida.
Em discurso em Joinville, candidato também criticou o reajuste do Bolsa Família e fez promessas sobre segurança pública e STF.
Decisão de Gilmar Mendes confirmou aumento de 15,04% anunciado por Lula, após pedido da Defensoria Pública da União.
Atos reuniram os dois candidatos no estado, onde Flávio lidera pesquisa local e aparece tecnicamente empatado com Lula no cenário nacional.
Em ato em Joinville, candidato afirmou que aumento de 15,04% busca influenciar votos e criticou o STF e Alexandre de Moraes.
Dario Durigan afirma que a correção de 15% será compensada por despesas previdenciárias retiradas do Orçamento.
Ministro Bruno Moretti diz que redução na previsão de despesas previdenciárias criou espaço fiscal para elevar benefícios em 15,04%.
Ministro do STF reconheceu que decreto atualiza benefícios conforme ordem judicial e legislação vigente, sem criar novas prestações.
Em Guarulhos, presidente afirmou que encerraria as plataformas se dependesse apenas de sua decisão; clubes defendem empresas autorizadas.
Candidato afirma que reajuste de 15% às vésperas do primeiro turno compromete a igualdade entre os concorrentes.
Preços do Brent e do WTI caíram nesta sexta-feira, enquanto o governo detalhou o impacto fiscal do aumento do benefício.
Correção de 15,04% alcançará todos os beneficiários e terá custo adicional de R$ 5,8 bilhões neste ano.
Valor médio do programa deve passar a R$ 777, enquanto novo piso de R$ 691 começa a valer no pagamento de 19 de outubro.
Programa teve mudanças de nome, regras e valores desde 2003; piso, criado em 2021, chegou a R$ 600 por família.
Medidas incluem reajuste do Bolsa Família, crédito subsidiado, desonerações e subvenções para combustíveis, além de recursos habitacionais.
Investidores avaliaram o reajuste do Bolsa Família, as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e o cenário eleitoral.
Presidente não informou qual medicamento será usado, quem terá acesso, quando a medida começará nem o custo do tratamento.
Reajuste eleva benefício mínimo a R$ 691 e gera divergências sobre metas fiscais, despesas públicas e trajetória dos gastos.
Medidas adotadas no governo Bolsonaro foram parcialmente invalidadas; reajuste atual foi instituído por decreto e terá impacto fiscal até 2027.