Governo do DF leva ao STF acusação de motivação política no caso BRB
Procuradoria do Distrito Federal afirma que resistência da União a garantir operação de até R$ 6,6 bilhões decorre de disputa eleitoral.
Procuradoria do Distrito Federal afirma que resistência da União a garantir operação de até R$ 6,6 bilhões decorre de disputa eleitoral.
Cinco entidades do Distrito Federal pedem diálogo institucional e defendem medidas para preservar a operação e a solidez do banco.
Grupo presidido pela procuradora-geral do DF deverá identificar ativos, mensurar danos e acompanhar acordos ligados à crise do Banco Master.
Cláusula aprovada pelos bancários mantém postos e remuneração até agosto de 2028 ou por 12 meses após eventual mudança no controle do banco.
Durante ato em Ceilândia, presidente responsabilizou Ibaneis Rocha e Daniel Vorcaro pelos prejuízos envolvendo o Banco Master.
Venda envolveu seis Cédulas de Crédito Bancário recebidas do Master e foi concluída após a retirada de restrições sobre 23 imóveis.
Ministro do STF abriu três prazos de 15 dias antes de decidir sobre a garantia federal para operação de R$ 6,6 bilhões.
Ex-banqueiro afirmou que a governadora participou da negociação do BRB, enquanto ela diz que não foi consultada sobre a operação.
Trocas entre Daniel Vorcaro e Thiago Miranda mencionam participação da governadora, sem detalhar qual teria sido seu papel na negociação.
Sessão deve examinar principalmente a chamada fase de blindagem, mas o caso envolve Banco Central, mercado, Congresso e órgãos de controle.
Medida autorizada pelo Conselho de Administração inclui dois ex-diretores e foi adotada de forma cautelar, afirma o banco.
Investigação afirma que repasses de cerca de R$ 17 bilhões incluíram R$ 12,2 bilhões em títulos sem valor econômico.
Apresentação interna e mensagens descrevem a geração, alteração e tentativa de ocultação de documentos usados para comprovar créditos cedidos ao BRB.
Petição aponta compras de R$ 12,2 bilhões em CCBs e estima prejuízo de pelo menos R$ 5 bilhões ao banco público.
Perícia afirma que a Tirreno não recebeu os valores e que mais de 1 milhão de contratos foram lançados no sistema do Banco Master.
Apresentação localizada em HD do Banco Master descreve processos para produzir CCBs, procurações e outros registros usados nas operações.
Laudo aponta operações fracionadas, análises concluídas após desembolsos e continuidade dos negócios apesar de alertas sobre as carteiras.
Laudo indica que a Tirreno não tinha capacidade para gerar os créditos e não comprova pagamentos feitos pelo Master.
Governo federal, Banco Central e FGC terão 15 dias para responder ao pedido de garantia da União para a operação do banco.
Prorrogação de contrato com o TJ-BA deu alívio temporário ao banco, mas elevou o receio de questionamentos judiciais sobre o empréstimo.