Nova regra do ITBI exige revisão das leis e dos procedimentos municipais
A LC 227/2026 amplia os instrumentos de avaliação do ITBI, mas exige transparência, motivação e contraditório na atuação dos municípios.
A LC 227/2026 amplia os instrumentos de avaliação do ITBI, mas exige transparência, motivação e contraditório na atuação dos municípios.
Ministros divergem sobre reintegração de ex-delegado demitido após processos disciplinares suspensos para aguardar ações penais.
Ministro Marco Aurélio Bellizze validou acordo que não prevê a exoneração do técnico judiciário nem o ressarcimento negociado com a Caixa.
Corte diferencia devedor solidário e fiador e restringe a exceção legal que permite penhorar imóvel residencial do garantidor.
A 2ª Turma entendeu que alterações previsíveis em contratos firmados durante a reestruturação do setor integram o risco da concessionária.
Decisão considerou negligente a entrada de criminosos autorizada por porteiro e sem verificação de identidade.
Decisão da 6ª Turma considerou que a comunicação ajudou a interromper a restrição da liberdade da vítima.
Corte Especial fixou no Tema 929 que a cobrança contrária à boa-fé objetiva permite restituição em dobro ao consumidor.
Tema repetitivo definirá quando o atraso da administração configura mora e a partir de quando eventual indenização deve ser paga.
A aplicação do distinguishing em decisões sobre honorários reacende o debate sobre a força dos precedentes no Judiciário brasileiro.
Decisão exige acesso completo ao processo administrativo ambiental antes da reabertura do prazo para resposta à acusação.
Por 3 votos a 2, 4ª Turma entendeu que a atuação em outro painel não comprovou falta de imparcialidade ou independência.
A Lei Complementar nº 236/2026 prevê interrupção antes do início da prescrição, em possível conflito com a sistemática do artigo 40 da LEF.
Mudanças no STJ e precedentes do STF fortalecem a atuação concomitante dos Ministérios Públicos estaduais e Federal em HCs.
Levantamento sobre 86 países mostra que o Brasil está entre os casos com maior número de cargos protegidos por tribunais específicos.
Decisão garante alternância de convivência e divisão de despesas, mas afasta aplicação das regras de guarda compartilhada do Direito de Família.
Corte Especial decidiu que a insolvência da empresa não basta para responsabilizar o ente público por condenações patrimoniais.
Decisão da 3ª Turma afirma que a plataforma só pode responder por danos ligados às próprias condutas, como moderação deficiente ou divulgação indevida de dados.
Especialistas discutiram, em evento no STJ, mudanças na tributação de operações digitais e transfronteiriças.
Decisão da 2ª Turma considerou ilegal o gatilho fiscal adotado por Rondônia e alinhou o entendimento ao da 1ª Turma.